sábado, 1 de março de 2008

E pimba!!!

Pois, realmente ponderei o conselho que aqui o chefe maior me deu sobre falar de Tecktonik mas a verdade é que esse será um post que me levará a fazer muito trabalho de pesquisa e não estou para isso...estou a brincar, simplesmente agora estou numa fase complicada na escola e não tenho tempo mas daqui a 2 semanas estará aqui esse badalado post sobre tudo o que precisam para se tornarem uns experts no Tecktonik.

Bom, mas vamos falar do assunto que me trouxe aqui e que é a música Pimba.

E perguntam vocês agora: "Porque raio vem esta gajo falar de música Pimba, algo tão

antigo, em vez de falar de algo moderníssimo como o Tecktonik?"

E eu respondo: "Porque me apeteceu".

Ora bem, falando de Pimba existem aspectos curiosos relacionados com este tipo de música.

Um deles é um que já toda a gente sabe: Trocadilhos de cariz sexual bastante fáceis e brejeiros, ou seja, é rara a música Pimba que não tenha um segundo sentido, que não tenha outro significado que não seja aquele que aparenta ter.
Apesar de não ser preciso recuar muito no tempo eu recuo e dou-vos alguns exemplos:

-Saul, 1996, O bacalhau quer alho. Quem nunca cantou ou ouviu cantar esta bonita música num ritmo mais rápido? Quem já o fez rapidamente identifica a tal piada fácil (apesar de para tal não ser necessário acelerar o ritmo).

-Quim Barreiros, 1993 Chupa Teresa. Ah...quem nunca teve desejo de dizer isto à sua mulher amada? O romantismo impresso nestas palavras é impressionante (ou então é simplesmente javardo). Sim, muitos dirão que a canção fala de um gelado gostoso e tal, mas de certeza que encontram o tal "segundo sentido" que estas palavras contêm.

Esta definição que foi dada a este tipo de música surgiu devido à de Emanuel "Pimba Pimba" que também contém uns trocadilhos giros...

Mas bom, passando esta característica vamos à próxima:

Composição das letras das músicas.

A verdade é que a composição grande parte das vezes, principalmente naquelas artistas menos conhecidos e conceituados e que passam na Rádio São Miguel (tenho que escrever sobre ela um dia destes), é a seguinte:

Estrofe 1

Estrofe 2

Refrão

Estrofe 3

Estrofe 4

Refrão (2X)

Estrofe 1

Estrofe 2

Refrão
Refrão
Refrão
Refrão
Refr...

Pois, vá se lá saber porquê, reptem as primeiras estrofes que nos dão a conhecer a essência da música mas que não fazem sentido ali no meio, e depois repetem o refrão até à exaustão até que o volume começa a diminuir e acaba a meio de uma frase. O engraçado é ver na televisão os artistas a cantar e a pensar "Epá quando é para parar?" e a moverem os lábios mais lentamente até pararem e os acompanhantes (Guitarra, Bateria, Baixo, Teclado) a fazerem o mesmo com os instrumentos.

Existem outros aspectos curiosos, como o facto de muitas músicas Pimba seres feitas apenas com vocalista e sintetizador que incorpora a Bateria e o Baixo (ambos sempre iguais), entre outros.

Atenção, não pensem que com isto estou a demonstrar o meu desagrado para com este tipo de música. Até gosto de ouvir uma boa música Pimba e as minhas preferências vão essencialmente para esse grande artista que é Leonel Nunes "O homem do garrafão" que já é bastante conhecido e por isso dispensa apresentações.

Como sou vosso amigo deixo-vos aqui alguns tubos do homem do garrafão...





Desfrutem e voltem sempre ;)

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